Cresci na roça.
Por isso escolhi essa área.
Sou filha de trabalhadores rurais do interior da Bahia. Fui a primeira da minha família a estudar e chegar à advocacia.
Quando escolhi o Direito Previdenciário, não foi por acaso. Eu vi de perto o quanto a burocracia do INSS maltrata quem mais precisa: gente que trabalhou a vida toda, contribuiu de alguma forma, mas não sabe como provar isso num papel.
Hoje, meu trabalho é ser a ponte entre quem trabalhou duro a vida inteira e o benefício que essa pessoa merece receber. Sem complicar, sem assustar, sem deixar ninguém pra trás.